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	<title>Catarata &#8211; Shinzato Oftalmologia</title>
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		<title>5 maneiras de evitar a degeneração macular relacionada à idade</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 16:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catarata]]></category>
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					<description><![CDATA[A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma das causas mais comuns de cegueira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma das causas mais comuns de cegueira após os 50 anos. Por isso, o diagnóstico e o tratamento precoces dessa doença são fundamentais para evitar a perda da visão.<br />
A DMRI afeta a mácula, uma pequena região no centro da retina responsável pela visualização de detalhes e cores. Gradativamente, ela leva à perda da visão central, interferindo na realização de atividades diárias, como ler, dirigir e reconhecer as pessoas.<br />
Os tratamentos disponíveis hoje conseguem impedir a progressão da doença, mas só podem ajudar às pessoas devidamente diagnosticadas e conscientes da gravidade dos seus efeitos. Um estudo recente feito na Alemanha, por exemplo, mostrou que a maioria dos pacientes com DMRI no país não toma os cuidados necessários para manter o problema sob controle.</p>
<p>Como prevenir é melhor que remediar, apresentamos 5 medidas que diminuem o risco de contrair a DMRI.<br />
<strong>1.Largue o cigarro.</strong>  Estudos mostram que fumantes têm duas vezes mais chances de adquirir a doença em relação a quem não fuma. O tabagismo também acelera a sua progressão. </p>
<p><strong>2. Adote uma dieta balanceada.</strong> Acredita-se que o consumo de frutas, verduras e alimentos ricos em nutrientes, como salmão e noz, pode reduzir o risco para a DMRI. Pesquisadores indicam que pacientes que comem peixe fresco, uma importante fonte do composto ômega-3, possuem menor risco de desenvolver a condição.</p>
<p><strong>3.Faça exercícios regularmente.</strong>  Praticar atividades físicas três vezes por semana pode diminuir em até 70% as chances de adquirir a DMRI úmida. Este é o tipo mais agressivo e que se caracteriza pela formação de vasos sanguíneos anormais e mais fracos na retina.</p>
<p><strong>4. Conheça o histórico de sua família.</strong> O risco de desenvolver a condição é 50% maior se você tiver um parente próximo com DMRI. O histórico de sua família pode determinar o tipo de exame mais apropriado. </p>
<p><strong>5. Faça exames oculares regularmente.</strong> Geralmente, a DMRI não apresenta sinais precoces, tornando crucial a realização de exames para que o tratamento comece nos estágios iniciais da doença. Recomenda-se que adultos com fatores de risco para a DMRI comecem a se submeter à avaliação oftalmológica a partir dos 40 anos, período em que eventuais alterações começam a ocorrer. A partir dos 65 anos, aconselha-se que o exame seja feito a cada dois anos, no máximo, mesmo sem a manifestação de sintomas ou outro problema.</p>
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		<title>Entenda o que é a catarata infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aacoshin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 12:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catarata]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que a catarata, doença ocular tão associada aos idosos, pode afetar também as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que a catarata, doença ocular tão associada aos idosos, pode afetar também as crianças? Muita gente desconhece, mas ela é um dos principais desencadeadores de cegueira evitável na infância.<br />
Para quem não sabe, a catarata atinge o cristalino, a lente natural transparente que fica dentro do olho e coloca as imagens em foco. Com a doença, o cristalino perde sua transparência e fica opaco.<br />
O agravante da catarata infantil é que ela tem impacto significativo no desenvolvimento visual da criança. A dificuldade de receber estímulos visuais durante a fase de crescimento, essenciais principalmente nos primeiros meses de vida, prejudica áreas específicas do cérebro e pode levar a um comprometimento irreversível da visão.</p>
<p><strong>Causas </strong><br />
Na maioria das vezes, a catarata congênita (presente no nascimento ou que surge imediatamente após) não possui causa identificada. Pode tratar-se de herança genética ou ter relação com doenças infecciosas intrauterinas, como rubéola, toxoplasmose e sífilis, e problemas metabólicos.<br />
Por essa razão, é importante que os pais levem ao especialista o máximo de informações sobre o pré-natal e o parto.<br />
As cataratas adquiridas normalmente são provocadas por trauma, uveíte (inflamação intraocular), infecções oculares e diabetes. </p>
<p><strong>Diagnóstico</strong><br />
O teste do reflexo vermelho, também conhecido como teste do olhinho, é obrigatório por lei em muitos estados do Brasil. Deve ser realizado pelo pediatra nas primeiras 24 horas após o parto e repetido ao longo das consultas no primeiro ano de vida.<br />
Qualquer alteração no reflexo vermelho pode indicar a ocorrência de catarata, levando o pediatra a encaminhar o caso ao oftalmologista, que fará os exames necessários.<br />
Os especialistas alertam que os pais devem procurar um médico com urgência se verificarem a presença de reflexos anormais nos olhos do bebê e eventuais dificuldades na visão da criança. </p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
A catarata infantil pode receber tratamento cirúrgico ou apenas abordagem clínica em se tratando de cataratas pequenas que não atrapalham a visão. Neste caso, há necessidade de uso de óculos, tampão e/ou colírios.<br />
A realização da cirurgia pode envolver a colocação de uma lente intraocular, a depender da idade e da gravidade da situação. Caso contrário, é indicado apenas o uso de óculos logo após a cirurgia, com o objetivo de corrigir o grau elevado pela falta do cristalino.</p>
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		<title>Mitos e verdades sobre catarata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aacoshin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 13:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catarata]]></category>
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					<description><![CDATA[A catarata é uma doença ocular relacionada ao envelhecimento natural do ser humano. Caracterizada pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A catarata é uma doença ocular relacionada ao envelhecimento natural do ser humano. Caracterizada pelo embaçamento do cristalino, cuja principal função é fornecer nitidez à visão, a condição é considerada a principal causa de cegueira prevenível no mundo.<br />
Embora seja uma doença bastante comum, ainda existem muitos mitos em torno de suas causas e tratamentos. Confira a seguir quais são eles e esclareça as suas dúvidas: </p>
<p><strong>1 – A catarata pode ser prevenida.</strong><br />
<strong style="color:#f05228">Mito.</strong> As lentes dos olhos envelhecem naturalmente à medida que os anos passam. Esse processo é inevitável. Porém, o progresso dessa condição pode ser abrandado ao se manter uma alimentação mais saudável, evitar o tabagismo e usar óculos escuros com proteção UVA e UVB. </p>
<p><strong>2 &#8211; A cirurgia de catarata é perigosa e a recuperação leva meses.</strong><br />
<strong style="color:#f05228">Mito.</strong> A cirurgia de catarata é um dos procedimentos cirúrgicos mais seguros que existem e apresenta altas taxas de sucesso. Claro, que como em qualquer cirurgia, existem riscos e eles devem ser discutidos com o oftalmologista antes do procedimento. Normalmente, os pacientes observam melhorias na visão imediatamente após a cirurgia, e outros notarão melhorias graduais alguns meses depois.</p>
<p><strong>3 – A catarata pode voltar após a cirurgia </strong><br />
<strong style="colo:r#f05228">Mito.</strong> A lente intraocular colocada no olho possui vida útil centenária e, portanto, a doença não voltará mais. O que pode ocorrer, em alguns casos, é um processo de fibrose na membrana que serve como suporte para a lente intraocular alguns meses após a cirurgia. Dependendo da intensidade dessa fibrose, a membrana pode se tornar opaca prejudicando a visão. Mas, um procedimento a laser pode resolver o problema.</p>
<p><strong>4 – Além do envelhecimento, existem outros fatores que podem levar à catarata.</strong><br />
<strong style="color:#6ac259">Verdade.</strong>  O envelhecimento é a principal causa da catarata, no entanto, diabetes, intensa exposição à luz solar, tabagismo, obesidade, colesterol alto e administração de certos tipos de medicamentos também estão relacionadas a um risco maior de desenvolvimento da doença. </p>
<p><em>Além disso, algumas crianças podem nascer com a condição (catarata congênita), e certos tipos de lesões, inflamações e outras doenças oculares e autoimunes podem contribuir para o desenvolvimento da catarata. </em></p>
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		<title>3 doenças oculares comuns na terceira idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aacoshin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 15:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catarata]]></category>
		<category><![CDATA[DMRI]]></category>
		<category><![CDATA[Glaucoma]]></category>
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					<description><![CDATA[A terceira idade é uma fase da vida que exige atenção redobrada com a saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira idade é uma fase da vida que exige atenção redobrada com a saúde ocular. Isso porque algumas doenças oculares, como a catarata, costumam atingir os idosos com mais frequência devido ao processo natural de envelhecimento do olho. </p>
<p>Veja a seguir três doenças oculares comuns na terceira idade e saiba como tratá-las: </p>
<p><strong>Catarata</strong></p>
<p>A catarata é caracterizada pela opacidade (embaçamento) do cristalino, o que atrapalha a visão e, por consequência, acaba prejudicando as atividades diárias. Boa parte das pessoas irá desenvolver a catarata em função da idade, porém a condição pode ser corrigida por meio de um procedimento cirúrgico que remove a lente natural opaca do olho e a substitui por uma lente artificial transparente. </p>
<p>O diagnóstico precoce é fundamental para reverter a catarata. Por isso, é importante realizar avaliações anuais com o oftalmologista, principalmente após os 50 anos. Exames específicos como o teste de acuidade visual, o exame com lâmpada de fenda, o exame da retina e o de pressão ocular são essenciais para o dignóstico da catarata.   </p>
<p><strong>Glaucoma</strong></p>
<p>O glaucoma é uma doença silenciosa que acomete os olhos quando a pressão intraocular se eleva. Essa condição pode causar cegueira irreversível se não for diagnosticada precocemente. </p>
<p>Existem alguns fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver o glaucoma, como diabetes, pressão alta e miopia maior que seis graus. Além disso, a idade e o histórico familiar devem ser levados em consideração como situações de risco. </p>
<p>O tratamento do glaucoma pode ser realizado com colírios para baixar a pressão intraocular, além do acompanhamento constante com o médico oftalmologista. </p>
<p><strong>Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)</strong></p>
<p>Outra doença ocular comum na terceira idade é a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), condição que afeta a área central da retina causando baixa visão e comprometendo a qualidade de vida do idoso. </p>
<p>O diagnóstico precoce pode ajudar a controlar as consequências da doença. Além disso, os principais fatores de risco controláveis, ou seja, aqueles em que é possível intervir, são o tabagismo, a hipertensão arterial, a aterosclerose, o colesterol alto, o excesso de peso e a exposição aumentada aos raios ultravioleta. </p>
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		<title>Entenda um pouco mais sobre a catarata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aacoshin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 14:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catarata]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo catarata se refere a qualquer tipo de perda de transparência do cristalino, que funciona como uma espécie de lente, situada atrás da íris, e cuja principal função é fornecer nitidez à ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo catarata se refere a qualquer tipo de perda de transparência do cristalino, que funciona como uma espécie de lente, situada atrás da íris, e cuja principal função é fornecer nitidez à visão. De acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS) a catarata é responsável por 47,8% dos casos de cegueira no mundo, acometendo principalmente a população idosa.</p>
<p>Cerca de 90% dos casos de catarata estão associados ao envelhecimento natural do cristalino que ocorre com a idade. No entanto, a doença pode ser: congênita, ou seja, que vem do nascimento, por meio de diversos fatores, como herança genética ou doenças contraídas durante a gravidez; associada a alterações metabólicas que ocorrem em certas doenças sistêmicas, como o diabetes; traumática; e medicamentosa (ex: uso de corticoides).</p>
<p><strong>Sintomas</strong><br />
Geralmente, nas fases iniciais, a catarata pode não ser diagnosticada a olho nu e nem mesmo percebida pelos próprios portadores da doença. É com o passar do tempo que os sintomas se manifestam. São eles: sensação de visão embaçada, alteração contínua da refração (grau dos óculos), maior sensibilidade à luz, espalhamento dos reflexos ao redor das luzes e percepção que as cores estão desbotadas.</p>
<p>Outra característica da catarata é que os óculos ou lentes de contato já não ajudam mais a enxergar melhor. Com o tempo, a visão é perdida e a pessoa só enxerga vultos.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong><br />
O diagnóstico precoce é fundamental para reverter a doença. Por isso, é importante realizar avaliações anuais com o oftalmologista, principalmente após os 50 anos. Exames específicos como o teste de acuidade visual, o exame com lâmpada de fenda, o exame da retina e o de pressão ocular são realizados pelo especialista.</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
Felizmente, a catarata pode ser revertida com tratamento cirúrgico, no qual a lente natural opaca é removida e substituída por uma lente artificial transparente, chamada de lente intraocular.</p>
<p>A cirurgia de catarata é a mais realizada na oftalmologia e foi uma das técnicas cirúrgicas que mais evoluiu nas últimas décadas. A taxa de sucesso da cirurgia de catarata, em geral, é muito alta e o tempo cirúrgico e a recuperação costumam ser rápidos. Apesar disso, é uma cirurgia extremamente delicada e minuciosa, que exige habilidades extremas por parte do cirurgião para que o sucesso seja alcançado.</p>
<p><strong>Prevenção</strong><br />
Não há como evitar a predisposição genética e nem o envelhecimento do cristalino. No entanto, para os demais fatores de desenvolvimento da doença, é possível adotar algumas medidas preventivas, como:<br />
– Evitar a automedicação, no caso do uso dos corticoides;<br />
– Parar de fumar;<br />
– Proteger-se do sol com óculos escuros com proteção UVA/ UVB;<br />
– Controlar o diabetes;</p>
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